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Comunicados

2026-04-08 às 18h13

Governo cria Comando Integrado de Prevenção e Operações

As tempestades que atingiram o País no início do ano deixaram muito território fragilizado, resultando numa acumulação massiva de material combustível em vastas áreas florestais. Com a época de incêndios prestes a iniciar-se e perante desafios acrescidos no terreno, o Estado e as instituições públicas assumem a sua responsabilidade de antecipar, planear e proteger.

Neste contexto, o Governo — através do Ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, e do Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes — decidiu criar uma estrutura interministerial de comando e coordenação que integra diversas entidades relevantes: o Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO).

Não existem respostas isoladas para um desafio desta dimensão. O momento exige uma atuação coletiva, que envolva as autoridades nacionais, as entidades responsáveis pela gestão florestal, as autarquias, os agentes no terreno e todos aqueles que, diariamente, contribuem para a proteção das populações e do território.

Além das áreas governativas acima referidas, o CIPO envolve as seguintes entidades:
  • Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF);
  • Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF);
  • Guarda Nacional Republicana (GNR);
  • Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP);
  • Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA);
  • Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Os incêndios representam um teste à capacidade coletiva do País. Cada decisão e cada política pública têm um único objetivo: proteger as pessoas. Só assim é possível garantir uma resposta mais robusta, mais eficaz e mais resiliente.

Não é possível antecipar todas as consequências de uma calamidade, mas o Governo assegura que tudo o que estiver ao seu alcance será feito para proteger as pessoas, os seus bens e o território nacional.