O contrato para construção da esquadra da PSP do Entroncamento foi assinado numa sessão que contou com a presença do Ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro. A esquadra era aguardada há duas décadas pela população.
O Ministro
afirmou que a cerimónia «tem que ver com a concretização de um projeto amplo de investimentos de 607 milhões de euros, para dignificar as condições de vida e do exercício da atividade profissional dos agentes da autoridade democrática».
«Trata-se, portanto, de um investimento que integra um amplo investimento nas infraestruturas, nos equipamentos de proteção individual, nos equipamentos de apoio à atividade operacional, mas também na aquisição de veículos e na modernização das forças de segurança», disse.
Um investimento que se divide em «250 milhões de euros para infraestruturas físicas, a sua modernização e requalificação», mais de «60 milhões de euros para aquisição de veículos», mais de «15 milhões de euros para equipamentos de proteção individual» e cerca de «250 milhões de euros para infraestruturas tecnológicas, permitindo a inovação».
José Luís Carneiro disse ainda que se trata «de agir num dos fatores cruciais para tornar as forças de segurança ainda mais atrativas para as jovens gerações que queiram seguir a vocação de serviço público, nomeadamente numa área nevrálgica das funções de soberania do Estado».
O Ministro disse também que «temos vindo a trabalhar» nas «questões de remuneração, com a valorização da atividade profissional do ponto de vista remuneratório e, desse ponto de vista, temos em curso, entre 2023 e 2026 um aumento médio de 20% das condições remuneratórias para quem concorre para a atividade policial, seja para a Polícia de Segurança Pública, seja para a Guarda Nacional Republicana».
Nova esquadra
A Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna vai assumir os encargos orçamentais para a construção da esquadra, no valor de dois milhões de euros ficando o município encarregue de lançar a empreitada.
O município cede o terreno, assume a posição de dono da obra e, quando esta estiver concluída, cede o edifício por contrato de comodato por um período longo à Administração Interna para instalação da esquadra, que deverá estar pronta antes do final do ano.