Taxa de desemprego desce para 5,3% no segundo trimestre
População empregada atingiu o valor mais elevado desde 2011
A taxa de desemprego diminuiu no segundo trimestre de 2026, o valor mais baixo desde o início da série do INE, em 2011.
A taxa de desemprego desceu para 5,3% no segundo trimestre de 2026, o valor mais baixo desde o início da série do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2011. O indicador diminuiu 0,8 pontos percentuais face ao trimestre anterior e 0,6 pontos percentuais em comparação com o mesmo período de 2025.
Entre abril e junho, a população empregada atingiu cerca de 5 400 mil pessoas, mais 99 mil do que no trimestre anterior, o que corresponde a um aumento de 1,9%. Em termos homólogos, o número de pessoas empregadas aumentou cerca de 151 mil, equivalente a uma subida de 2,9%.
Já o número de pessoas desempregadas fixou-se em 300,8 mil no segundo trimestre. Este valor representa uma redução de 45,5 mil pessoas face aos primeiros três meses do ano e de 28,7 mil quando comparado com o período homólogo de 2025.
A Península de Setúbal (7,4%), Grande Lisboa (5,7%) e Norte (5,7%) foram as regiões que registaram taxas de desemprego superiores à média nacional, fixada em 5,3%. Nas restantes regiões, os valores ficaram abaixo dessa média, destacando-se os Açores (5,0%), o Oeste e Vale do Tejo (4,6%), o Algarve (4,2%), o Centro (4,0%), o Alentejo (4,0%) e a Madeira (3,5%).
A população inativa com 16 e mais anos diminuiu 0,7% em relação ao trimestre anterior, para 3 712,1 mil pessoas. Em comparação com o mesmo período de 2025, a redução foi de 1,1%, o que corresponde a menos 40,9 mil pessoas.
A evolução do emprego ocorreu num contexto de aumento da população ativa, contribuindo, ainda assim, para a redução do número de pessoas desempregadas e da taxa de desemprego.
No conjunto, o mercado de trabalho registou uma evolução positiva no segundo trimestre de 2026, com o emprego a aumentar e a taxa de desemprego a recuar para 5,3%, o valor mais baixo desde 2011.
Entre abril e junho, a população empregada atingiu cerca de 5 400 mil pessoas, mais 99 mil do que no trimestre anterior, o que corresponde a um aumento de 1,9%. Em termos homólogos, o número de pessoas empregadas aumentou cerca de 151 mil, equivalente a uma subida de 2,9%.
Já o número de pessoas desempregadas fixou-se em 300,8 mil no segundo trimestre. Este valor representa uma redução de 45,5 mil pessoas face aos primeiros três meses do ano e de 28,7 mil quando comparado com o período homólogo de 2025.
A Península de Setúbal (7,4%), Grande Lisboa (5,7%) e Norte (5,7%) foram as regiões que registaram taxas de desemprego superiores à média nacional, fixada em 5,3%. Nas restantes regiões, os valores ficaram abaixo dessa média, destacando-se os Açores (5,0%), o Oeste e Vale do Tejo (4,6%), o Algarve (4,2%), o Centro (4,0%), o Alentejo (4,0%) e a Madeira (3,5%).
A população inativa com 16 e mais anos diminuiu 0,7% em relação ao trimestre anterior, para 3 712,1 mil pessoas. Em comparação com o mesmo período de 2025, a redução foi de 1,1%, o que corresponde a menos 40,9 mil pessoas.
A evolução do emprego ocorreu num contexto de aumento da população ativa, contribuindo, ainda assim, para a redução do número de pessoas desempregadas e da taxa de desemprego.
No conjunto, o mercado de trabalho registou uma evolução positiva no segundo trimestre de 2026, com o emprego a aumentar e a taxa de desemprego a recuar para 5,3%, o valor mais baixo desde 2011.
