O Governo português acompanha com grande preocupação, desde o primeiro momento, a evolução da situação no Médio-Oriente, em coordenação estreita com os nossos parceiros europeus, parceiros da região e aliados da NATO.
Sob a coordenação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a nossa rede diplomática, em particular através das embaixadas na região, está plenamente mobilizada para a proteção dos nossos cidadãos, a quem apelamos que mantenham a máxima cautela. A proteção dos civis é essencial e deve ser plenamente assegurada.
Portugal apela a todos à máxima contenção para evitar uma escalada, preservar a paz e a segurança internacionais e garantir a estabilidade regional, em linha com a Carta das Nações Unidas. Para tal será necessário que o programa nuclear do Irão, que é há muito uma preocupação da comunidade internacional, cesse.
Insistimos também, como sempre fizemos, na necessidade de o Irão respeitar os direitos humanos do seu povo, que têm sido violados de forma inadmissível.
O Governo português condena os injustificáveis ataques do Irão aos países vizinhos da região - entre eles, a Arábia Saudita, o Catar, os Emiratos Árabes Unidos, o Kuwait e a Jordânia -, que devem cessar imediatamente.