O país atravessa hoje um contexto económico e social mais favorável e robusto, sustentado por dados que falam por si.
Assim, confirmou-se um crescimento da economia de 2% em 2025, superando as estimativas mais pessimistas. O rácio da dívida caiu para menos de 90% do PIB, pela primeira vez em 16 anos.
O país atingiu o máximo histórico de 5,3 milhões de pessoas a trabalhar – o maior número de trabalhadores desde que há estatísticas sobre o tema (1998). E o desemprego recuou para 5,7%, o valor mais baixo dos últimos 23 anos.
Simultaneamente, aliando as reduções do IRS e do IRC à nossa política salarial, o salário médio líquido aumentou 9% no 3º Trimestre de 2025, atingindo os 1.298 euros. Ou seja, os portugueses levam para casa, em média, mais 104 euros mensais do que em 2024 e importa sublinhar que, em 2024, Portugal foi o país da OCDE com o maior aumento real dos rendimentos.
Por outro lado, o Fundo de Estabilização da Segurança Social (FEFSS) fechou o ano de 2024 com 41,9 mil milhões de euros em carteira.
E, por fim, um dado que considero fundamental: segundo o INE, 100 mil pessoas saíram da situação de pobreza ou exclusão social num único ano, o que significa que, pela 1ª vez, o país desceu abaixo da barreira dos 2 milhões de pessoas nesta situação.
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