Qual é o propósito de inovar se não houver transformação?
De que serve a inovação se não for sentida pelos cidadãos e empresas?
De pouco serve, de facto, se não produzir um impacto efetivo.
É por isso que hoje assinalamos uma iniciativa que representa um passo decisivo na modernização administrativa e também um avanço significativo na modernização dos serviços da Justiça.
Permitam-me ainda sublinhar que este é um passo particularmente relevante na relação do Estado com as empresas, e, por essa via, do Estado com os cidadãos.
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