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Notícias

2020-05-04 às 12h16

Uso da máscara nos transportes públicos «é fundamental para nos protegermos a nós e aos outros»

«É fundamental para nos protegermos a nós e aos outros. É fundamental que todos as usem máscaras e temos de ser todos responsáveis para connosco e com os outros», disse o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, referindo-se à utilização deste equipamento de proteção, que passa a ser obrigatória nos transportes públicos.

Numa visita à Central de Segurança da Infraestruturas de Portugal, em Lisboa, o Ministro referiu que nalguns comboios das áreas metropolitanas do Porto e Lisboa, o controlo da lotação «é muito difícil», porque «a capacidade da infraestrutura nas horas de ponta está cheia».

«Há uma dimensão de responsabilidade individual que queremos que as pessoas incorporem e percebam que depende de si, também, garantir que o comboio não está sobrelotado, que não entram num comboio já muito cheio e que usam sempre a máscara, não só dentro do comboio, mas dentro da estação também», disse ainda.

No primeiro dia do plano definido pelo Governo para reabertura progressiva dos serviços e comércio, Pedro Nuno Santos referiu que «foi reposta a 100% toda a oferta» e colocada «sinalização em todas as estações». O Ministro disse também que os comboios «ainda estão com uma boa lotação, o que permite o distanciamento, e a esmagadora maioria das pessoas está a usar máscara».

Pedro Nuno Santos disse também que as forças segurança estão em várias estações para alertar e recomendar o uso de máscara, acrescentando que «nos próximos dias a pressão sobre os transportes públicos, e os comboios em particular, pode aumentar e as forças segurança farão cumprir a lei».

O Ministro reconheceu ainda que há dificuldades em reforçar a oferta de comboios nalgumas linhas, como é o caso das linhas Sintra e de Cascais, pelo que apelou à responsabilidade de cada utilizador para evitar entrar em comboios já cheios, ajudando assim a cumprir a lotação máxima de dois terços definida pelas autoridades.