Programa Erasmus+ lançado durante a presidência portuguesa
Novo Erasmus+ vai contar com um orçamento de 26 milhões de euros e será não só mais inclusivo e inovador, mas também mais digital e «verde»

Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, foi um dos galardoados do Erasmus+, por ocasião dos 30 anos do programa com Jens Schmitz, da Alemanha, e Eva Sakalova, da Eslováquia, junho de 2017 (Foto: União Europeia/Mauro Bottaro)
Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, foi um dos galardoados do Erasmus+, por ocasião dos 30 anos do programa, com Jens Schmitz, da Alemanha, e Eva Sakalova, da Eslováquia, junho de 2017 (Foto: União Europeia/Mauro Bottaro)
A Comissão Europeia aprovou o lançamento do programa Erasmus+ 2021-2027, que acontecerá durante a presidência portuguesa da União Europeia, que se inicia no próximo dia 1 de janeiro.
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, já tinha destacado a importância deste programa na «promoção da mobilidade no espaço europeu de educação», num debate sobre a educação digital, uma das prioridades da agenda da presidência portuguesa da UE.
Na nota agora publicada pela Comissão Europeia, a comissária europeia da Inovação, Investigação, Cultura, Educação e Juventude, Mariya Gabriel, considerou o Erasmus+ "um dos programas emblemáticos" deste organismo, recordando que «nas últimas três décadas (…) impulsionou o desenvolvimento pessoal, social e profissional de mais de 10 milhões de pessoas, quase metade das quais entre 2014 e 2020».
O programa Erasmus nasceu em 1987, mobilizando os setores da educação, formação, juventude e desporto. O novo Erasmus+, considerado um fator essencial para alcançar o Espaço Europeu de Educação (European Education Area) em 2025, vai contar com um orçamento de 26 milhões de euros e será não só mais inclusivo e inovador, mas também mais digital e «verde».
