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2019-11-09 às 15h46

Ministra da Agricultura pretende «novo modelo de desenvolvimento» para o setor

Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, na Feira da Golegã, Santarém, 9 novembro 2019
A Ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, afirmou que pretende, durante a atual legislatura, «dar corpo a uma estratégia» que permita ao setor agrícola «avançar para um novo modelo de desenvolvimento» assente na sustentabilidade ambiental, económica e social.

Durante uma visita à Feira da Golegã, em Santarém, a Ministra destacou a importância da agricultura «para o desenvolvimento económico e social do País», o seu peso na atividade económica e o «conjunto muito alargado de postos de trabalho» que assegura. 

Maria do Céu Albuquerque referiu-se ainda às alterações climáticas como um «grande desafio» para o sector que deverá ter «um novo modelo, um novo paradigma de desenvolvimento e que respeite, em primeiro lugar, os recursos». 

«A agricultura não é indiferente a esta questão, nomeadamente porque dois dos recursos mais importantes para a atividade, a água e o solo, têm que ser preservados e utilizados de forma cada vez mais eficiente», disse ainda.

A Ministra afirmou também que a criação de um «novo modelo de desenvolvimento» com base na sustentabilidade ambiental, económica e social, «entronca com um conjunto de outras medidas», como a digitalização da economia relacionada com a agricultura. 

Maria do Céu Albuquerque referiu ainda que é importante criarem-se novos e diferentes produtos, que permitam não só manter as exportações e os mercados que já existem, mas também atingir novos mercados.

No âmbito das negociações da Política Agrícola Comum (PAC) para o período 2021-2027, a Ministra disse que tem como objetivo «trazer para Portugal todo o esforço de fundos comunitários» para a agricultura e o desenvolvimento rural, os dois pilares da PAC.

Maria do Céu Albuquerque relembrou algumas das metas do atual Governo relacionadas com a melhoria da agricultura, como a inversão das tendências demográficas, o combate às alterações climáticas, a digitalização da economia e ao combate às desigualdades.