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2020-06-21 às 18h56

Governo lança linha de apoio para contratação de recursos humanos no setor social

A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, afirmou que o Governo vai lançar, em julho, uma linha de financiamento, no valor de 10 milhões de euros, para a contratação de recursos humanos no setor social.

O programa, denominado Adaptar + Social, destina-se ao apoio, à contratação de recursos humanos no setor social e à implementação de medidas de prevenção no âmbito da pandemia da Covid-19.

«Vamos ter uma linha chamada Adaptar + Social, que é exatamente para que as instituições possam implementar medidas de prevenção e aquisição de equipamentos de proteção individual, também para ajudar nesta próxima fase de prevenção», disse a Ministra, durante uma visita ao Centro Social Paroquial Mensagem de Fátima, em Pinhel, acompanhada pela secretária de Estado da Ação Social, Rita Mendes.

Ana Mendes Godinho justificou a data de lançamento «para que as instituições se possam preparar e capacitar» e  «reponderem a todas estas situações que têm tido».

A Ministra disse também que o Governo vai lançar o programa PARES 3.0 - 110 milhões para todo o País - e que visa o «alargamento dos equipamentos sociais e ampliação das respostas sociais, para conseguirmos chegar a mais pessoas, num momento em que o setor social ganha cada vez mais importância na resposta às populações».

O novo programa Radar Social, para apoio aos idosos e para reforço do serviço domiciliário, foi outras das medidas enunciadas por Ana Mendes Godinho e que se inserem no Programa de Estabilização Económica e Social lançado pelo Governo.

«Nós previmos, exatamente, o reforço muito grande do ponto de vista do setor social, quer de reforço dos acordos de cooperação do setor social para compensar os custos que as instituições têm tido com estas várias medidas que têm sido implementadas para proteger os idosos», disse.

Ana Mendes Godinho destacou ainda o «trabalho extraordinário na proteção dos idosos» nos lares e cujo objetivo é manter a «capacidade de proteção das pessoas mais vulneráveis».