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O acompanhamento da
atividade assistencial não-Covid-19 e a sua coexistência com a resposta às
necessidades assistenciais decorrentes da pandemia tem sido uma das
preocupações essenciais do Ministério da Saúde ao longo do último ano e meio.
Os dados mais
recentes demonstram o percurso de recuperação da atividade do Serviço Nacional
de Saúde (SNS), a qual já está alinhada com a realizada em igual período de 2019, ano
em que se verificou o volume assistencial mais elevado no SNS.
Relativamente à
recuperação da atividade assistencial nos Cuidados de Saúde Primários, os dados
(provisórios) acumulados a agosto de 2021 demonstram que foram feitas 24
milhões de consultas médicas totais, o que representa um aumento de 19,7% (3,9
milhões) em relação a igual período de 2020 e um acréscimo de 14,5% (3 milhões)
em comparação com o período homólogo de 2019. Foram também realizadas 18,3
milhões de consultas de enfermagem.
Nos Cuidados de Saúde
Hospitalares, os dados (provisórios) acumulados a agosto de 2021, revelam que
foram feitas 8,1 milhões de consultas, o que corresponde a um crescimento de
14,8% (1 milhão) face ao período homólogo de 2020. Se compararmos com igual
período de 2019, o aumento é de 0,3% (24.694).
Em relação às
cirurgias, os dados da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS),
indicam que foram realizadas 462.371 intervenções cirúrgicas nos primeiros oito
meses do ano, o que traduz um acréscimo de 30,1% (106.862) relativamente a 2020
e de 1,2% (5.530) em relação a 2019.
O Ministério da
Saúde, ao mesmo tempo que destaca que o processo de recuperação do impacto da
Covid-19 nos sistemas de saúde é exigente, destaca e agradece, mais uma vez, o
esforço e o empenho de todos os profissionais de saúde na recuperação da
atividade assistencial aos portugueses.
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