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2019-12-17 às 18h02

Assinado décimo contrato do programa Revive

Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, na assinatura do contrato de concessão do antigo quartel/convento da Graça, Lisboa, 17 dezembro 2019 (foto: João Bica)
«O programa Revive é uma das boas ideias que o País soube lançar e executar nos últimos anos», disse o Ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, na assinatura do contrato de concessão do antigo quartel/convento da Graça, em Lisboa, para transformação num hotel de cinco estrelas.

O Ministro disse que se trata «de respeitar o legado dos nossos antepassados, aquilo que integra, constrói e apoia o desenvolvimento da identidade nacional» transformando-se para que se torne útil para as gerações vindouras. 

O quartel/convento a Graça, cuja história começa no século XIII, e que estava abandonado há alguns anos, precisava de uma intervenção que o devolvesse à cidade, porque «os edifícios que duram séculos são os que sabem adaptar-se a novas funções, são capazes de ir servindo as populações que os usam à medida que a vida mudando».

O programa Revive «respeita o passado, recupera imóveis para os pôr ao serviço das gerações futuras e, desta forma, melhor preserva a nossa memória», disse Siza Vieira.

49 edifícios

A Secretária de Estado do Turismo, Rita Marques, referiu que «o Revive já identificou 49 equipamentos distribuídos por todo o País, que se encontravam, na sua maioria, em estado frágil». 

Foram já «lançados 20 concursos de concessão, sendo este o 10.º contrato assinado, e estando um dos equipamentos já em operação», acrescentou.

Reajuste do dispositivo militar

O Secretário de Estado da Defesa Nacional, Jorge Seguro Sanches, afirmou que «fruto do reajuste efetuado no dispositivo militar ao longo das últimas décadas, hoje procuramos novas formas de valorização do património afeto ao domínio militar, que reforcem a sua utilidade pública».

O Secretário de Estado referiu que «por proposta do Governo, a Assembleia da República aprovou recentemente a lei das infraestruturas militares, que representa bem a estratégia que visamos prosseguir».

Por um lado, «a rentabilização do património do Estado afeto à Defesa Nacional, mas que já não é necessário para a prossecução das necessidades de defesa», e, por outro, «a aplicação do produto dessa rentabilização na conservação, manutenção, segurança e modernização do património em uso» pelas Forças Armadas». 

O Revive resulta da parceria das áreas da Economia e Transição Digital, Finanças, Administração Interna, Defesa Nacional e Cultura.