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2020-06-23 às 13h23

Ano letivo 2020/2021 começa de 14 a 17 de setembro

Ministros da Educação e da Coesão Territorial na assinatura de um protocolo entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses para a remoção de amianto em edifícios escolares, Odivelas, 23 junho 2020 (Foto: Rodrigo Antunes/Lusa)
O Ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou que o ano letivo de 2021/2012 terá início de 14 a 17 de setembro, com forte aposta na recuperação das aprendizagens, atendendo ao surto epidemiológico que obrigou à reconfiguração do ano letivo que termina na próxima sexta-feira, por exemplo, a época de exames marcada «atipicamente» para a primeira semana de setembro.

Na assinatura de um protocolo entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) para a remoção de amianto em edifícios escolares, na Escola Secundária da Ramada, Odivelas, o Ministro sublinhou mesmo que o Apoio Tutorial Específico será alargado a mais alunos.

«Já estamos a preparar um conjunto de matérias e trabalhos com as comunidades educativas para que as primeiras cinco semanas sejam de plena recuperação e consolidação de tudo o que não foi possível fazer ao longo deste ano», referiu o governante.

Numa cerimónia, em que participaram igualmente o Primeiro-Ministro e a Ministra da Coesão Territorial, o Ministro da Educação destacou a aposta nas tutorias para «garantir a esta geração que não só não perdeu o ano, como não perdeu a oportunidade de aprender».

Protocolo para remoção de amianto em escolas

A assinatura do protocolo entre o Governo – através das áreas governativas da Educação e da Coesão Territorial – e a ANMP vai permitir a retirada de amianto escolas de todo o país, num investimento de 60 milhões de euros.

De acordo com o Primeiro-Ministro, um dos objetivos do Programa de Estabilização Económica e Social do Governo, que vigorará até ao final deste ano, «é lançar um conjunto de obras que dinamizem a criação de emprego».

«Principalmente obras que podem ser realizadas descentralizadamente pelos municípios, que não mobilizam verbas avultadas e que, como tal, podem em todo o território nacional contribuir para reanimar o setor da construção», salientou.

António Costa saudou esta «pareceria com a ANMP para a intervenção nas escolas», para resolver uma situação que se arrasta há anos.
Áreas:
Educação