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Intervenções

2021-07-21 às 19h21

Intervenção do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros no encerramento do debate sobre o estado da nação

Há, todavia, uma terceira lição, tão ou mais importante do que as anteriores: a recuperação da crise é tanto mais rápida e forte quanto mais integrar a transformação da estrutura económica e social, de modo a torná-la mais resiliente.

Esta é precisamente a linha de conduta do Governo: agir reformando, agir intervindo nos pontos críticos, agir para mudar. No âmbito da presidência da União Europeia, liderámos reformas tão importantes quanto, por exemplo, o financiamento da recuperação económica dos Estados-membros por emissão conjunta de dívida, a Lei do Clima ou a revisão da Política Agrícola Comum. No plano nacional, estamos a intervir com vontade e lógica reformista: ordenamento da floresta, como a melhor prevenção dos incêndios rurais; descentralização, como instrumento-chave da coesão territorial; aposta na ferrovia e na mobilidade elétrica, como motores essenciais da redução das emissões; reforma da estrutura superior da defesa nacional, para modernizá-la; digitalização sistemática da administração pública, para facilitar a vida às empresas e às pessoas; e tantas outras reformas, não para fingir que se aplica uma qualquer cartilha dogmática supostamente universal, mas sim para dirigir a política e os recursos públicos às áreas em que se combate a desigualdade e alicerça o futuro, das qualificações à habitação, do trabalho com direitos à integração dos migrantes.

Leia a intervenção na íntegra