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Intervenções

2021-05-04 às 12h53

Intervenção do Ministro da Defesa Nacional na apresentação do livro «70 anos de Portugal na Aliança Atlântica»

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O primeiro aspeto prende-se com a renovada centralidade do Atlântico para a segurança dos Estados europeus e norte-americanos. Considerando o desafio evidente que a Ásia representa à liderança Euro-Atlântica como motor do poder mundial, é da maior importância não perder noção daquilo que é hoje o Atlântico.

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O segundo aspeto que gostaria de referir, prende-se com as importantes relações entre a NATO e a União Europeia. Face ao impulso que a Política Comum de Segurança e Defesa tem sentido, desde a adoção da Estratégia Global da UE, em 2016, tem-se tornado urgente para os 21 países que são simultaneamente membros da UE e da NATO, como é o caso de Portugal, que haja um alinhamento de prioridades, de investimentos e de solicitações.

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Por fim o terceiro aspeto que gostaria de referir prende-se com as rápidas transformações tecnológicas que estão em curso e que, tudo indica, virão a ocupar um lugar de destaque na reorganização das relações internacionais nas próximas décadas. Esta questão não é nova para a Aliança Atlântica, que manteve ao longo das suas mais de 7 décadas, superioridade tecnológica face aos seus adversários. A novidade reside no alcance dos impactos destas alterações tecnológicas nas sociedades que a Aliança defende. Quando falamos de inovação quântica, de robotização e inteligência artificial, de ciberdefesa, ou de sistemas espaciais, rapidamente percebemos que os impactos das disrupções podem ser catastróficos – como bem nos mostra aliás a atual pandemia que estamos a viver.

Leia a intervenção na íntegra