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Intervenções

2021-05-01 às 19h43

Intervenção do Ministro da Administração Interna na cerimónia do 100.º aniversário da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Feira

Não imaginam quanto, para mim, constitui um sinal de esperança, podermos estar aqui, mesmo com máscara, mesmo que com esta limitação de presenças e características diferentes do que seria esta cerimónia noutros tempos.

Esta é a primeira cerimónia de aniversário de bombeiros em que participo neste ano de 2021. Estaria cá sempre, obviamente, porque 100 anos é uma marca essencial que deve ser homenageada. Mas não pude estar nas outras até agora.

Neste dia em que Portugal sai de um longo período de Estado de Emergência, que começou em novembro do ano passado, e que teve o seu período mais crítico no início deste ano, como todos sabemos, pela perda de vidas e pelo número de concidadãos que sofreram a doença. Todos temos amigos, familiares, colegas de trabalho, vizinhos que foram, numa dimensão ou noutra, afetados, entre os mais de 800 mil portugueses afetados por esta terrível pandemia. Esta realidade impediu que, durante este período, tivéssemos organizado ou participado em qualquer cerimónia deste tipo.

Por isso, é justíssima a homenagem a uma corporação que é um sinal de união da comunidade, iniciada em maio de 1921 - quando as terras da Feira recuperavam da Primeira Guerra Mundial e daquela que era, até então, a maior pandemia, a chamada gripe espanhola de que os nossos avós falavam. Foi nesse contexto tão difícil que alguns homens desta terra criaram esta corporação.

Consulte a intervenção na íntegra em anexo.