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Intervenções

2020-11-12 às 17h08

Intervenção do Ministro da Administração Interna na Cerimónia de Atribuição da Certificação de Qualidade ao Posto Territorial de Vendas Novas da GNR

Esta é uma cerimónia muito singela, mas muito importante para o Ministério da Administração Interna, para o que entendemos que é o papel da Guarda Nacional Republicana na sua permanente renovação e contributo para a coesão entre os portugueses e para um sistema eficaz de segurança coletiva.

Senhor Presidente de Câmara, não é por acaso que fazemos aqui em Vendas Novas este momento de consolidação e de avanço deste projeto de certificação de qualidade no âmbito da GNR. A última vez que aqui estivemos foi no dia 12 de junho de 2019, numa outra dimensão, com a entrega de mais de 200 viaturas que na altura foram colocadas à disposição da GNR, um pouco para todo o país. Recordo-me que foi no decorrer dessa cerimónia que tomámos conhecimento, pela primeira vez, que o Global Peace Index tinha atribuído a Portugal o terceiro lugar entre os países mais seguros e pacíficos do mundo. Já vínhamos de uma boa classificação, em 4.º lugar no ano anterior, mas foi nesse dia que foi divulgado o 3.º lugar, que em 2020 ainda se mantém. E eu aproveitei essa oportunidade para dizer que as viaturas são muito importantes para a atividade operacional das Forças de Segurança, designadamente para a GNR, que todos os elementos infraestruturais são certamente preciosíssimos, mas que nada substitui o elemento humano, a sua formação e a sua qualificação.

Este projeto de certificação, que foi lançado em 2017 e que desde que assumi funções enquanto Ministro da Administração Interna tenho colocado como prioridade da ação da GNR, viu concluir os primeiros projetos piloto em Fátima e na Azambuja há uns meses, num sinal de transformação e modernização da Guarda. E quando tínhamos a decorrer este processo e fomos marcados pela transformação total das nossas vidas, no passado mês de março, uma das decisões que tomámos, em diálogo com o Comando da Guarda Nacional Republicana, foi que este projeto não deveria ser suspenso.

A Guarda, nestes tempos tão difíceis, tão exigentes e inesperados, marcados pela total incerteza em que temos vivido desde março, tem dito sempre "presente". Diria até que tem estado mais presente do que nunca. Nunca estivemos confinados, nunca estivemos em teletrabalho, estivemos sempre na primeira linha, ao lado dos portugueses, porque a segurança é essencial para lutarmos pela vida e pela saúde de todos, prioridades absolutas deste combate em que todos estamos envolvidos.

Leia a intervenção na íntegra em anexo.