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Intervenções

2021-05-04 às 15h38

Intervenção da Ministra da Cultura na audição na Comissão de Cultura e Comunicação da Assembleia da República

«À data da última audição regimental, face às condições de saúde pública que então vivíamos, a nossa vivência cultural encontrava-se limitada.  Não era possível ir ao Theatro-Circo em Braga ou ao Cinema Ideal em Lisboa. Não era possível ir ao Museu de Lamego, procurar os cinco painéis encomendados ao pintor viseense "Grão Vasco", ou encontrar, nas estantes da Livraria Fonte de Letras em Évora, um livro de José Saramago, cujo centenário do nascimento começaremos a celebrar este ano. 

Os equipamentos culturais, públicos ou privados, com ou sem fins lucrativos, são, por natureza, espaços abertos e que acolhem. Esta afirmação, entre janeiro e março deste ano, chocou com a realidade devastadora da pandemia, que nos apartou de uma vida cultural plena. Desde o primeiro momento, o Ministério da Cultura manteve o diálogo e o trabalho de proximidade com associações, empresas, artistas e trabalhadores do setor cultural, para a reabertura de todos os espaços culturais, com regras claras e condições de segurança e higiene para que todos sintam confiança para neles trabalhar e para regressar à vida cultural plena. Porque, sim, a Cultura é Segura. A título de exemplo e representativo de um trabalho permanente que os Ministérios da Cultura e da Saúde mantiveram com diversas entidades do setor, realizaram-se nos dias 29 e 30 de abril, em Braga, os primeiros eventos teste-piloto, encontrando-se agendados mais dois para os dias 6 e 7 de maio, em Lisboa, no Campo Pequeno, e em Coimbra, na Praça da Canção. Permitam-me, nesta ocasião, dar os parabéns pela extraordinária organização e resultados dos primeiros eventos-piloto.»

Leia a intervenção na íntegra 

Tags: cultura