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Intervenções

2020-08-15 às 9h33

Artigo do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros: «75 anos depois, a mesma ideia, renovada»

«Em 1945 terminou o conflito mais mortal da história da humanidade, que ceifou dezenas e dezenas de milhões de pessoas, na larga maioria civis. Com a rendição alemã e japonesa (e, antes, com a italiana) caíram três dos regimes mais sinistros até então conhecidos. O Holocausto nazi vitimou mais de seis milhões de judeus, que representavam dois terços dos cidadãos europeus com crença judaica. A determinação da Grã-Bretanha, a resistência da União Soviética, a intervenção dos Estados Unidos, a ação das forças de libertação francesas, a participação de outros países aliados e a mobilização de milhões de patriotas das nações ocupadas e de militantes contra o nazi-fascismo convergiram para derrotar a barbárie. Além do horror inominável desta, algumas das ações empreendidas pelos Aliados, como os bombardeamentos maciços de cidades alemãs e, sobretudo, o recurso à bomba nuclear em Hiroxima e Nagasáqui, também colocaram fundas questões éticas. O sobressalto moral assim suscitado haveria de conduzir à definição de limites mais estritos sobre o que se pode e o que não se pode fazer numa guerra». 

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