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Intervenções

2019-03-19 às 15h21

Intervenção do Primeiro-Ministro no debate quinzenal na Assembleia da República - 19 de março de 2019

Portugal alcançou 2 anos de crescimento acima da média europeia em 2017 e 2018. E a generalidade das previsões – nacionais e internacionais – apontam para que 2019 seja o terceiro ano em que tal acontece. Algo que nunca tínhamos conseguido num único ano desde que aderimos ao euro, alcançamos agora e em 3 anos consecutivos.

(...)

Ainda nesta última semana voltámos a assistir a uma melhoria do rating da República e os juros portugueses atingiram novos mínimos de sempre. Ao longo desta legislatura a poupança em juros conseguida por esta renovada credibilidade, nas emissões de dívida efetuadas, atingiu já um valor superior a 1200 milhões de euros. O sucesso das políticas públicas nestes anos recentes reafirma a confiança na ambição que tem de ser o objetivo de todos: uma década sustentada de convergência com a União Europeia.

Bem sei que nas últimas semanas as principais instituições internacionais têm reduzido as previsões do ritmo de crescimento da economia mundial, designadamente para a zona euro, levantando alguns receios sobre o ritmo de crescimento da economia portuguesa.

Temos contudo boas razões para manter a confiança.

Quando em 2015 preparámos o cenário macro económico para esta legislatura, não esquecemos que a economia tem ciclos e que não é sempre possível que o ritmo de crescimento de um ano seja superior ao ritmo do ano anterior.

E tal como então antevimos, hoje todas as previsões convergem em 2 pontos fundamentais:

- Portugal vai continuar a crescer;

- E a crescer acima da média europeia.

Os dados mais recentes de que dispomos confirmam estas expectativas. 

(...)

Mas há um dado que queria destacar e que é da maior importância por representar o melhor indicador de confiança que podemos ter: a vontade de investimento por parte das empresas.

Leia a intervenção na íntegra