XXI Governo - República Portuguesa - Ministro

Cultura

Luís Filipe de Castro Mendes

Ministro da Cultura

Período de governação: 2016-04-14 até à data atual
Luís Filipe de Castro Mendes Luís Filipe de Castro Mendes

Biografia

Luís Filipe de Castro Mendes nasceu em 1950, em Idanha a Nova.
É licenciado em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, tendo sido adjunto dos Gabinetes do Ministro sem Pasta (1974-1975) e do Ministro dos Negócios Estrangeiros (1975).

Foi aprovado no concurso de admissão aos lugares de adido de embaixada em 1974.
Desempenhou funções na Embaixada em Luanda (1977-1979), na Embaixada em Madrid (1979-1982), na Casa Civil do Presidente da República (1983-1986), na Embaixada em Paris (1986-1991), na Missão Permanente junto do Conselho da Europa (1991-1993).

Foi Diretor de Serviços da América do Sul e Central da Direção Geral das Relações Bilaterais (1994-1995), e Chefe do Gabinete do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (1995-1998, Cônsul Geral no Rio de Janeiro (1998-2000).
Representou Portugal em Budapeste (2003-2007), com credenciais de Embaixador, e em Nova Delhi (2007-2009), também com credenciais de Embaixador.
Foi Representante Permanente junto da Organização para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em Paris (2011-2012), e Representante Permanente junto do Conselho da Europa, em Estrasburgo (2012-2015).

Luís Filipe de Castro Mendes estreou-se ainda na década de 1960 com poemas que publicava no suplemento juvenil do Diário de Lisboa e no suplemento literário do diário República. O seu primeiro livro data de 1983 e, desde então, a sua obra literária tem vindo a afirmar-se cada vez mais. Vinculada à tradição lírica portuguesa, a sua escrita integra de modo pessoal memórias individuais e coletivas, com uma notável consciência do Amor e da Morte, num diálogo cultural e estético em que, sobretudo nos seus livros mais recentes (A Misericórdia dos Mercados, 2014, e Outro Ulisses Regressa a Casa, 2016) se tem acentuado uma aguda noção do destino humano e algumas interrogações perante os rumos da sociedade contemporânea. 

Recebeu as seguintes condecorações: Grã-Cruz da Ordem do Mérito; Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique; Grande-Oficial da Ordem do Mérito, da Áustria; Grande-Oficial da Ordem de Leopoldo II, da Bélgica; Grande-Oficial da Ordem de Adolfo Nassau, do Luxemburgo; Comendador da Ordem do Rio Branco, do Brasil; Comendador do Ordem do Falcão, da Islândia; Oficial da Ordem do Mérito, do Congo; Oficial da Ordem de Isabel, a Católica, de Espanha; Oficial da Legião de Honra, de França; Cavaleiro da Ordem Real Victoriana, do Reino Unido.