O Ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota
Soares, afirmou que o Governo com a ajuda das autarquias e
instituições sociais na definição do trabalho comunitário que deve
ser prestado pelos beneficiários do Rendimento Social de Inserção
(RSI).
«Queremos agora estabelecer protocolos com câmaras municipais,
juntas de freguesia e instituições sociais, que têm uma noção
efetiva do que é socialmente mais útil a estas comunidades»,
explicou o Ministro, sublinhando que estas são as entidades que
«sabem muito bem que trabalhos devem ser prestados pelos
beneficiários do RSI, que devem poder prestar serviços necessários
e atividades úteis às comunidades».
Realçando que o RSI «é um direito», Pedro Mota Soares afirmou
que esta prestação possui também «obrigações ao nível da procura
útil de emprego e do desempenho de trabalho socialmente
necessário», lembrando que 60 mil dos beneficiários «não estavam
sequer inscritos nos centros de emprego», o que é «profundamente
errado, porque não estamos a trabalhar a inclusão profissional e
social das pessoas».
O Ministro falava em Figueiró dos Vinhos na inauguração das
obras de ampliação do lar de idosos e centro de dia da comissão de
melhoramentos e apoio social da freguesia de Arega.