Um grande Ministério para cumprir um enorme desafio: potenciar a imensa fonte de riqueza que é o território nacional, incluindo o mar, protegendo e valorizando o meio ambiente.

ACERCA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, MAR, AMBIENTE E ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO

O Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território é dirigido pela Ministra Assunção Cristas, que tomou posse a 21 de junho de 2011, e a sua equipa inclui os Secretários de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque, das Florestas e Desenvolvimento Rural, Francisco Gomes da Silva, do Mar, Manuel Pinto de Abreu, do Ambiente e Ordenamento do Território, Paulo Lemos, e do Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, Nuno Vieira e Brito.

A junção da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território num único Ministério tem como objetivo potenciar a imensa fonte de riqueza que é o território nacional, incluindo o mar, protegendo e valorizando o ambiente.

A diversificação das áreas de intervenção deste Ministério possibilita uma visão integrada do território e dos seus recursos naturais, de forma a aumentar o potencial agrícola, dinamizar o mundo rural e valorizar o mar português, tendo como finalidade o desenvolvimento sustentável.

O Ministério pretende concretizar uma política onde a Agricultura, o Mar, o Ambiente e o Ordenamento do Território são importantes motores para o desenvolvimento do País.

A revitalização da Agricultura e o aumento da produção agrícola nacional poderá gerar receitas capazes de contribuir para a autossuficiência da balança alimentar, exportando o mesmo valor que importamos. Importa, ao mesmo tempo, aumentar o rendimento dos agricultores, condição essencial para atrair jovens para a agricultura, e garantir a transparência nas relações entre a produção, a transformação e a distribuição da cadeia alimentar e promover a criação e dinamização de mercados de proximidade.

A Floresta ocupa 64% do território nacional, é o terceiro maior exportador e contribui anualmente com 1 300 milhões de euros para a economia portuguesa. Para valorizar ainda mais os seus produtos e tornar o mundo rural aliciante, de forma a combater a desertificação humana, importa quebrar os ciclos viciosos que persistem (fracionamento, gestão, incêndios e doenças), e apostar na produção de produtos únicos e genuínos, com valor nos mercados internacionais.

O Mar deve tornar-se um vector essencial do desenvolvimento português, contribuindo para repensar o conceito estratégico de Portugal. Para isto, importa promover a interoperabilidade entre os múltiplos sectores ligados às atividades marítimas: os serviços marítimos e portuários, a construção e reparação naval e as obras marítimas, e defender o setor das pescas e promover a aquicultura num enquadramento de sustentabilidade.

O desenvolvimento sustentável e a evolução para uma sociedade eficiente do ponto de vista ambiental e do ordenamento do território, são objectivos do Ministério, que trabalhará para uma maior participação dos cidadãos nas políticas de sustentabilidade. Importa resolver os problemas ambientais de primeira geração (água, saneamento, resíduos e contaminação dos solos) e aplicar a nova geração de políticas ambientais europeias (assentes na internalização dos custos ambientais na economia), respondendo aos desafios emergentes.

Importa também desenvolver uma nova carteira de atividades económicas baseadas nas eco inovações e nas tecnologias limpas, promover um território inteligente, atualizando as políticas de urbanismo e ordenamento do território, e facilitador da mobilidade social, atualizando os regimes de arrendamento e de reabilitação urbana.

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