2012-05-15 às 10:17

MAI INICIA A FASE BRAVO DO DISPOSITIVO ESPECIAL DE COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS

O Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, informou que deu início à «Fase Bravo do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, que complementa o efetivo do principal agente de Proteção Civil em Portugal, os Bombeiros Voluntários».

Miguel Macedo informa que, neste ano, a «fase Bravo contará, até junho, com o empenhamento de 6 242 operacionais e 1 449 veículos pertencentes aos Corpos de Bombeiros, à Guarda Nacional Republicana, à Polícia de Segurança Pública, à Força Especial de Bombeiros, ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e à Afocelca, apoiados por sete meios aéreos do Estado, e outros 21, contratados para o efeito, num total de 28 meios aéreos».

«A floresta justifica todo este empenho porque, além do valor da paisagem nacional, tem ainda cerca de 11% do total das exportações portuguesas, 3% do PIB, e um indiscutível valor natural e cultural que se traduz nas relações de proximidade entre as populações rurais e os seus espaços florestais», refere o comunicado.

O Ministro da Administração Interna informa ainda que «na proteção de todo este património, empenham-se todos os agentes de proteção civil acima referidos, enquadrados na estrutura operacional definida no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro, bem como as autarquias enquanto autoridades municipais de Proteção Civil».

«A todos se transmite confiança e gratidão. Confiança na ação, gratidão pelo empenho», acrescenta.

O Ministério da Administração Interna, através da Autoridade Nacional de Proteção Civil tem, em cada momento, procurado tomar as medidas excecionais adequadas com vista a potenciar o dispositivo existente garantindo respostas aos riscos que enfrentamos. É com esta atitude e metodologia que continuaremos a disponibilizar os meios e recursos que se afigurem necessários nesta missão preponderante e de interesse nacional.

«Sabemos que o cidadão continua a ser a chave para o sucesso nesta operação difícil e exigente e que o contributo de todos na alteração de comportamentos de risco constitui fator decisivo na proteção do património natural que é a floresta» refere o Ministro da Administração Interna, acrescentando que «Portugal sem fogos depende de todos!» 

Tags: administração interna, protecção civil, forças de segurança

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