O Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, informou
que deu início à «Fase Bravo do Dispositivo Especial de
Combate a Incêndios Florestais, que complementa o efetivo do
principal agente de Proteção Civil em Portugal, os Bombeiros
Voluntários».
Miguel Macedo informa que, neste ano, a «fase Bravo contará, até
junho, com o empenhamento de 6 242 operacionais e 1 449 veículos
pertencentes aos Corpos de Bombeiros, à Guarda Nacional
Republicana, à Polícia de Segurança Pública, à Força Especial de
Bombeiros, ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas
e à Afocelca, apoiados por sete meios aéreos do Estado, e
outros 21, contratados para o efeito, num total de 28 meios
aéreos».
«A floresta justifica todo este empenho porque, além do valor da
paisagem nacional, tem ainda cerca de 11% do total das exportações
portuguesas, 3% do PIB, e um indiscutível valor natural e cultural
que se traduz nas relações de proximidade entre as populações
rurais e os seus espaços florestais», refere o comunicado.
O Ministro da Administração Interna informa ainda que «na
proteção de todo este património, empenham-se todos os agentes de
proteção civil acima referidos, enquadrados na estrutura
operacional definida no Sistema Integrado de Operações de Proteção
e Socorro, bem como as autarquias enquanto autoridades municipais
de Proteção Civil».
«A todos se transmite confiança e gratidão. Confiança na ação,
gratidão pelo empenho», acrescenta.
O Ministério da Administração Interna, através da Autoridade
Nacional de Proteção Civil tem, em cada momento, procurado tomar as
medidas excecionais adequadas com vista a potenciar o dispositivo
existente garantindo respostas aos riscos que enfrentamos. É com
esta atitude e metodologia que continuaremos a disponibilizar os
meios e recursos que se afigurem necessários nesta missão
preponderante e de interesse nacional.
«Sabemos que o cidadão continua a ser a chave para o sucesso
nesta operação difícil e exigente e que o contributo de todos na
alteração de comportamentos de risco constitui fator decisivo na
proteção do património natural que é a floresta» refere o Ministro
da Administração Interna, acrescentando que «Portugal sem fogos
depende de todos!»