Pretende-se uma região ultra-periférica menos isolada, ligada à Europa através de uma auto-estrada marítima.
navio ferry, ou seja uma auto-estrada marít
A Região Autónoma da Madeira beneficiou de uma útil auto-estrada marítima assegurada por navio ferry desde 2008 até ao dia 30 de Janeiro de 2012 possibilitando o transporte de passageiros e carga rodada entre a Madeira e a Europa (Continente-Portimão). Presentemente constata-se que são muitos os madeirenses infelizes e indignados com a interrupção da referida linha, diminuindo a continuidade territorial da Madeira. Por outro lado continentais, emigrantes e estrangeiros que pretendem viajar para a Madeira com os seus veículos estão impossibilitados de o fazer.
O transporte de carga rodada perecível no ferry é uma mais valia na rapidez e no custo do transporte.
Para a reativação da auto-estrada marítima, com rentabilidade económica, é necessário o Subsídio de mobilidade no transporte marítimo para os madeirenses residentes na região.
No que concerne ao transporte de carga rodada, ao invés do que sucedia com o ferry que assegurava semanalmente a linha, que era obrigado a acompanhar os trailer's (atrelados) pelos veículos de reboque (tratores), esta medida anti-económica promovida pela autoridade portuária da Madeira (APRAM) deve cessar pelo motivo de não haver necessidade que tal aconteça. Esta medida é anti económica porque quando o ferry transportava 35 atrelados era obrigado a acompanhar desnecessariamente os mesmos por igual número de tratores, pesando cada 7,5 toneladas, e ocupando muito espaço precioso da garagem do ferry, com o peso adicional de 262 toneladas, consequentemente onerando a operação e aumentando o consumo de combustível do ferry, aumentando a emissão de CO2 para o ambiente. Resumindo e concluindo, o navio ferry concorre imenso para o esbatimento do isolamento da Madeira e para a continuidade territorial.