Ministro das Finanças, Mário Centeno
 
2017-03-20 às 18:40

CREDIBILIDADE DOS AGENTES POLÍTICOS, ECONÓMICOS E SOCIAIS «AUMENTOU CLARAMENTE»

O Ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou que a credibilidade dos agentes políticos, económicos e sociais de Portugal «aumentou claramente» com o «enorme sucesso para a economia e para a economia portuguesa» que foi o valor do défice de 2016.

Em declarações aos jornalistas no final da reunião do Eurogrupo em Bruxelas, o Ministro referiu que Portugal «está muito satisfeito com os resultados» e acrescentou que o valor que o Instituto Nacional de Estatística irá divulgar esta semana «revelará exatamente isto».

Mário Centeno frisou que «Portugal tem um resultado em 2016 que excede todas as expetativas que as organizações internacionais tinham formado sobre a política orçamental nacional». «Portugal cumpriu os compromissos assumidos externamente e o Governo cumpriu os compromissos assumidos internamente, em particular na implementação rigorosa de todas as medidas de política orçamental inseridas no Orçamento do Estado para 2016», acrescentou.

«Isto acompanha um processo de aceleração do crescimento económico em Portugal que os últimos dados, já para 2017, confirmam que continua a materializar-se», disse o Ministro. «Continuam a ser boas notícias para Portugal», continuou.

Imagem de Portugal

O Ministro das Finanças afirmou que «Portugal é hoje um País com uma visibilidade do ponto de vista do sucesso económico muito diferente do de há um ano».

«As políticas orçamentais assentes na recuperação do investimento, no apoio à capitalização das empresas, mas também, e principalmente, em cumprir os compromissos assumidos são essenciais neste processo», referiu.

Mário Centeno salientou ainda a importância de a União Europeia ter «uma atitude construtiva e que o conjunto das políticas orçamentais, da política monetária e das reformas estruturais possa contribuir para o reforço da posição da Europa numa conjuntura económica mundial que é desafiante».

O Ministro afirmou a importância de a Caixa Geral de Depósitos sair «do processo de recapitalização e reestruturação fortalecida e capaz de ter um serviço bancário de grande qualidade e de apoio às pequenas e médias empresas e às famílias portuguesas».

Tags: finanças, união europeia, défice, orçamento

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