«Queremos que os Portugueses estejam mais seguros e se sintam
mais seguros», afirmou o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho numa
visita à Guarda Nacional Republicana, em Queluz, concelho de
Sintra. O Primeiro-Ministro referiu a necessidade de definir uma
Nova Estratégia de Segurança Nacional que «determine as respostas a
um conjunto de riscos e de ameaças susceptíveis de atentar contra a
vida em sociedade».
«Os Portugueses esperam e desejam que o Estado disponha de
capacidades de antecipação e de reação muito rápidas, a função de
proteção dos cidadãos e do território deve ser erigida com
prioridade», acrescentou.
Pedro Passos Coelho afirmou que a adoção de um conceito
abrangente e integrado de Segurança Nacional «constituirá a via
mais adequada para uma eficiente racionalização dos recursos
disponíveis, em ordem à redução de custos, pelo pleno
aproveitamento de todas as capacidades existentes no sistema».
«O Governo assume com todos aqueles que nas Forças e Serviços de
Segurança prestam um inestimável serviço ao País, o compromisso de
os prestigiar, reforçando a Autoridade do Estado, tantas vezes
corporizada na sua abnegada e difícil atuação», afirmou ainda o
Primeiro-Ministro.
Pedro Passos Coelho afirmou igualmente que «o esforço nacional
que está em curso de consolidação orçamental obriga a que todos os
domínios de intervenção do Estado sejam marcados pelo rigor, pela
racionalização dos recursos e por um salto qualitativo de
aproveitamento desses recursos, trata-se de um desafio
transversal».
«A Segurança e Defesa são funções do Estado e as políticas que a
suportam devem ser Públicas, as forças de segurança, ao
desempenharem de modo diligente e regrado as suas funções, são
agentes incontornáveis da liberdade, um bem comum precioso e
estruturante do nosso regime democrático», afirmou.